A ERA DO QUASE pelo blogdomosqueteiro

A Era do Quase.

 
Saudações Tricolores. Foi quase. Outra vez, foi quase. Um 2012 de quase. Anos de quase. O quase se instaurou no Grêmio e, ao que parece, acho que somente implodindo o Olímpico sairemos do quase. Terei sim, saudade. Mas, quero dizer, saudade de verdade – de coisa boa – é de algo pra lá dos dez anos. Porque nestes últimos, só se o cara tem saudade de quase. Eu não tenho. 

Este Grêmio de 2012, cheio de nababos, de milionários da bola, de carrões e roupas de marca, ficou devendo demais. Bastava uma vitória. Um golzinho de xiripa, contra um time de vestiário rachado, sem técnico e ainda por cima com duas expulsões. Nem o estádio lotado, nem a mobilização da torcida, nada foi capaz de arrancar dos jogadores a vontade dos que tem fome.
É porque estão todos bem alimentados. 
Com uma preparação física cantada e prosa e verso como sendo uma das melhores do Brasil, chegaram ao final do ano se desculpando pelo excesso de jogos. Talvez tenha sido uma surpresa para os doutores em fisiologia, que o Grêmio jogaria demais em 2012. Para os quero-queros do Olímpico, não foi.
Tratados a pão-de-ló, o plantel milionário do Grêmio reclama de cansaço.
Os responsáveis pelo grupo de R$ 7 milhões por mês (conta que varia conforme o interesse de cada um), querem agora me aplicar que os 10 dias a menos nas férias, por causa da tal pré-libertadores (que será disputada contra um adversário fortíssimo dos andes peruanos ou arredores) deverá ocasionar um holocausto na preparação física.

Pois a nova Direção tem que cortar este mal pela raiz. 

Abraçar este discurso seria repetir outra vez a fórmula do quase, pois com muito ou pouco dinheiro, o Grêmio da última década é um Saara de quases.

Espero demais da nova Direção, capitaneada pelo Dr. Fábio Koff. 

Especialmente porque seus planos são grandiosos e seu tempo é demasiado curto. Não é possível fazer experimentos. Que comecem desde já, dando ao Gauchão toda a importância que ele merece: NENHUMA. Caso contrário, vamos reeditar – agora na casa nova – o Grêmio do quase. Ele é resultado de uma equação de muitas variáveis, de gente incompetente, alguns com boa intenção, outros nem com isso. 

Que se termine logo este ciclo maldito.

 
 
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