Senhoras e Senhores: um desafio à interpretação de texto:

Os textos em itálico são da post de Giuliano Viecelli no blog da Arena. Fomos remetidos a ele por uma referência feita no twitter. Constituem um desafio à interpretação de textos. Os negritos não são do original:

Bom, em primeiro lugar, quero falar a respeito da atitude do conselheiro João de Almeida Neto.

Após a apresentação do Carlos Eduardo, diretor da OAS, que explicou todo o processo de aquisição do finaciamento, desde o início até a fase que hoje se encontra, o referido conselheiro saiu da sala do Conselho Deliberativo e foi no repórter da Rádio Guaíba dizer que a OAS tinha ameaçado parar a obra se não fosse aprovado o aditivo.

Isto é uma MENTIRA DESLAVADA.

No seu discurso, o diretor da OAS apenas salientou que a OAS tinha se comprometido com o Grêmio em continuar as obras enquanto buscava o financiamento, e que este financiamento andaria junto com o investimento próprio. Só que o investimento próprio chegou ao limite agora em agosto, então eles precisam do financiamento para poder tocar as obras sem diminuir o ritmo ou até mesmo parar, visto que tem mais de 750 pessoas de fora do RS trabalhando na obra e para remobilizar e retomar a obra em caso de parada/diminuição é muito difícil, o atraso seria certo.

 Houve ameaça de parada? Parece mais do que claro que sim.

O segundo desafio:

O contrato original estipulava que o VALOR MÍNIMO PARA FINANCIAMENTO deveria equivaler a 45% do valor da obra, mas tal financiamento não pode ser INFERIOR a R$ 140 milhões e nem SUPERIOR a R$ 170 milhões. Estes valores deveriam ser corrigidos, no momento da aquisição do financiamento, pelo índice INCC.

 Arena está 31% concluída. 

Queria entender: Se a OAS tinha de construir 55% com recursos próprios e 45% com financiamento e, se a obra estava com 31% concluída, faltavam ainda 25% para serem construídos com recursos próprios. Estaria, então a 25% da necessidade de financiamento. Como então perigo de parar a obra?

O terceiro desafio:

Adquirindo o financiamento junto com o OAS, através do BNDES, Grêmio está economizando cerca de R$ 29 milhões.

Andamos lendo que parte do financiamento não foi feito através do BNDES, mas a juros bem maiores. Como ficou a economia do Grêmio? Estaria isso sendo negociado pelo Grêmio?

Alguém poderia explicar?

http://arenadogremio.blogspot.com.br/2011/08/reuniao-sobre-o-aditivo-29082011.html

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