A KU KLUX KLAN TUPINIQUIM, VERSÃO DO NAZISMO

Blogs e Colunistas

 às 19:00 \ Racismo

Só uma pergunta: quem parece mais a KKK?

Patrícia, a geni dos purificadores. Fonte: Estadão

Ah, a intolerância dos “tolerantes”! Um dos temas mais importantes da era moderna, em que “fascistas do bem”, travestidos de defensores das minorias, mostram todo o seu ódio e seu rancor em nome da “igualdade” e contra os “preconceitos”. Nunca vi gente mais preconceituosa e intolerante…

Duvidam? Então vejam o que fizeram com aquela torcedora do Grêmio que, embalada pela torcida em um estádio de futebol, xingou o goleiro do Santos de “macaco” – atitude, em si, execrável e que merece repreensão. Não bastasse terem-na transformado em uma nazista assassina, ameaçado-a de estupro e apedrejado sua casa, agora resolveram provar logo como são almas bondosas e atearam fogo em sua residência!

Isso mesmo. Esqueçam império das leis, justiça, punição legal pelo crime de racismo – um crime já questionável, pois unidirecional: ninguém vai preso por xingar alguém de “branco azedo”. Nada disso era suficiente para os “justiceiros” que vão extirpar o racismo do mundo eliminando os “racistas”. Eles querem sangue! Querem ver corpos carbonizando em nome da purificação de seus pecados!

Segundo o advogado da gremista, Alexandre Rossato, o fogo atingiu um porão da casa e queimou parte do assoalho no local. Patricia está na casa de parentes desde que passou a sofrer ameaças pelas redes sociais. “É lamentável. Isso sim é avaliado como crime”, declarou o advogado, que vai registrar ocorrência na 4 ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre ainda nesta sexta-feira.

A polícia investiga o incêndio, mas ainda não tem pistas dos responsáveis. O delegado Tiago Baldin, que conduz as investigações, declarou que há indícios de que o incêndio tenha sido criminoso. Segundo ele, o fogo começou numa parte da casa onde há um hidrômetro, sem fiação elétrica por perto. Ele já ouviu a vizinha e o irmão de Patrícia. Apesar de o incêndio ter ocorrido na madrugada, a Polícia Civil só foi informada do caso no começo da tarde desta sexta. O local já foi isolado à espera do Departamento de Criminalística, que fará a perícia e um laudo sobre as causas do ocorrido.

Faço apenas uma pergunta ao leitor: quem parece mais com a Ku Klux Klan? Aquele que, no calor do momento, passa dos limites e xinga com a torcida um goleiro de “macaco”, ou aquele que, em resposta a isso, deseja estuprar ou queimar viva essa “racista”?

Rodrigo Constantino

24/12/2013

às 19:03 \ Racismo

Cotas raciais na Carta Capital

Um amigo me mandou essa feliz foto de confraternização de fim de ano da equipe da Carta Capital:

Carta Capital

A doce hipocrisia da esquerda caviar! O que seria ela sem suas contradições? Não é de hoje isso. Publiquei no meu blog antigo esse texto, mostrando a tremenda cara de pau da turma do Mino Carta:

Os negros da Carta Capital

Aos poucos, fui tomando coragem de fazer uma leitura dinâmica da grande matéria de capa da última Carta Capital, atacando a “direita” brasileira. Em certo momento, eis o que diz a revista:

Os “especialistas” [do Instituto Millenium] são todos, curiosamente, brancos. Talvez por conta da adesão furiosa da agremiação aos manifestantes anticotas raciais. 

Como um trecho tão curto pode conter tanto a essência da esquerda? Notem que em momento algum a questão das cotas em si foi debatida. Funciona assim: se você é branco, você condena as cotas raciais… porque é branco! Se um think tank tem maioria branca, então por isso condena as cotas raciais ou atrai aqueles que condenam.

O que a Carta Capital tem a dizer de Thomas Sowell, que é contra as cotas, um pensador liberal e muito respeitado por todos do Instituto Millenium? Aliás, eu votaria nele para presidente do instituto, quiçá do país! O que a revista diria disso? Que ele é um “traidor”, porque é negro mas condena as cotas racistas, digo, raciais?

Estamos diante da velha tática esquerdista de atacar pessoas, não idéias ou argumentos. O racismo está na Carta Capital, que julga pela cor da pele. É asqueroso, como todo o resto que vem dessa revista de quinta categoria, que só sobrevive graças às esmolas estatais.

Mas para finalizar, vamos fazer a pergunta: e quem são os “especialistas” da Carta Capital? Seriam eles negros? Será que o Mino Carta aplica o critério das cotas em sua própria revista? Vejamos:

Slide1

Essa equipe toda liderada pelo quase “azul” Mino Carta, claro:

Como fica claro, esse time de “especialistas”, a começar pelo próprio chefe, não representa exatamente aquilo que chamaríamos de “negão” por aqui. O mais escurinho da turma conseguiria passe para a Ku Klux Klan se quisesse. KKK, para quem não sabe, era aquele clã racista formado basicamente por democratas (esquerda) nos Estados Unidos, que hoje fingem ser os maiores combatentes do racismo. A esquerda é assim mesmo: adora apagar o passado.

Voltando à reportagem, o Instituto Millenium foi acusado por ter muitos brancos. Fica a pergunta: onde estão os negros da Carta Capital? Ai se a esquerda não tivesse sempre que apelar para padrões duplos de julgamento…

PS: Nem preciso dizer que como liberal não ligo para a cor da pele, algo que sequer escolhemos. O que une esse time aí de cima é outra coisa, algo que devemos julgar, ao contrário da “raça”. E posso garantir que os “especialistas” da Carta Capital não passam no teste. Eles merecem escrever na Carta Capital mesmo…

Anúncios
Esse post foi publicado em Uncategorized. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s