Desinformado? Malintencionado? Decida você

3 deficit 2002 e 2003Recebemos do nosso já famoso “contador” a prova de que:

1. O déficit em 31/12/2002 era de R$18.073.000,00  (dezoito milhões e setenta e três mil reais.

2. O déficit em 31/12/2003 diminuiu para R$4.527.000,00 ( quatro milhões quinhentos e vinte e sete mil reais)

3. O déficit de 2003 diminuiu 80% (oitenta por cento) do de 2002.

4. O valor atualizado do déficit de 2002 é de

R$170.768.614,63

5. O valor atualizado de 2003 é de R$33.868.019,75

(atualização pelo IGPM + 1% de juro ao mês).

A prova? O contador mandou:

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Leia a crônica do Gerchmann

http://zh.clicrbs.com.br/rs/esportes/gremio/noticia/2015/03/leo-gerchmann-lupi-o-gremio-e-os-mitos-4729291.html

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“…dizem que não receberam as propinas devidas.” Beiiiiiiiiiiiii. Será que um ficou com tudo?

O Blog do Prévidi

Ouvi neste final de semana o depoimento de um dos acusadores. É impressionante o que fala de um deputado federal. O que considerei mais importante é que o denunciante falou espontaneamente, sem qualquer tipo de vingança, por exemplo.
Mais grave ainda, é que outros envolvidos vão além: dizem que não receberam as propinas devidas. Bah!! Os tais denunciados estão furiosos porque estão sendo acusados sem ter recebido o dinheiro criminoso!!!
http://www.blogodoprevidi.blogspot.com.br
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Valor parcial da dívida e com juros “camaradas”: R$ 352.401,142,10

Esse é o sub-total da dívida em 31/12/2002, com juros apenas parciais., conforme demonstrados em matérias anteriores:

1)R$ 127.925.077,08

2) R$113.409.819,95

3) R$111.066.245,25

Novo sub-total R$ 352.401,142,10 ( trezentos e cinquenta e dois milhões, quatrocentos e um mil , cento e quarenta e dois Reais e dez centavos)

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Chico Colorado, a “ofensa” e o pênalti segundo Ilgo Winck

VIVA2010

CHICO COLORADO

Ficou mal para Francisco Neto, que atende também por Chico Colorado.

Se ele não tivesse relatado a ‘ofensa’ proferida por Felipão, perderia os holofotes, mas se manteria na posição discreta que convém a um árbitro de futebol.

Ao registrar na súmula que foi chamado por seu apelido, Francisco ganhou projeção nacional. Não como árbitro, como ele gostaria. Ou qualquer outro em seu lugar.

No jogo seguinte, em Pelotas, onde deu um pênalti pra lá de discutível a favor do Inter – a mídia Acima do Mampituba não viu pênalti, diferente da mídia localizada abaixo do Mampituba -, Francisco Neto foi chamado várias vezes de ‘Chico Colorado’.

Curioso, não registrou a ‘ofensa’ na súmula, pelo que soube.

Será que Francisco Neto foi movido por um espírito rancoroso e vingativo ao ver diante de si o treinador que tanta dor e sofrimento infligiu aos colorados nos anos 90?

Não, claro que não, seria pequeno demais. Mas quem sabe o que se passa na cabeça de um homem provido de autoridade?

A impressão que tenho é que ele abreviou o final de carreira como juiz de futebol, uma trajetória discreta, que ficará marcada por esse episódio que beira ao folclórico.

Ah, acordo do Grêmio com o tribunal resultou em 15 cestas básicas e o caso sequer foi a julgamento. Ficou claro, portanto, que ser chamado de ‘colorado’ em qualquer situação não é ofensa, ao menos para quem não é gremista.

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ZH condenada a indenizar Desembargador Difini por danos morais

Espaço Vital// // // //

Zero Hora condenada a indenizar 1º vice-presidente do TJRS por dano moral

Dano moral   |   Publicação em 20.03.15

Arte de Camila Adamolli

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Sentença proferida na 1ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre condenou Zero Hora Editora Jornalística S.A. e a jornalista Rosane de Oliveira a pagarem uma indenização de R$ 180 mil ao desembargador Luis Felipe Silveira Difini, atual 1º vice-presidente do TJRS. Pelos critérios da sentença – e computada a honorária sucumbencial – a condenação chega a R$ 249.480 ; a correção monetária começará a ser contada a partir de março corrente, mês da publicação do julgado monocrático. As partes ainda podem interpor recurso de apelação.

A petição inicial narra que, em 31 de janeiro de 2013, quatro dias após a tragédia na Boate Kiss, em Santa Maria, a jornalista Rosane publicou notícia, em sua coluna no jornal Zero Hora, “em momento de absoluta comoção da opinião pública”, insinuando omissão de Difini que teria ocorrido na abertura de uma boate, nove anos antes.

Em seguida vem historiado que o desembargador recebeu, por distribuição, em 26.11.2003, um recurso de agravo de instrumento, interposto por V & S Bar Restaurante e Eventos Ltda. (“Boate Zap”), contra decisão que indeferira a antecipação de tutela na ação nº 001/10503121863, proposta pela agravante contra o Município de Porto Alegre.

Os proprietários da casa noturna buscavam autorização para o funcionamento, sob a alegação de que o alvará necessário para funcionamento havia sido expedido, e posteriormente cassado às vésperas da inauguração, sem que lhes tivesse sido dada a oportunidade de defesa prévia.

Indeferida a antecipação de tutela em primeiro grau, foi interposto agravo de instrumento, sendo Difini sorteado como seu relator. Em decisão monocrática, ele concedeu a tutela antecipada, autorizando a abertura do estabelecimento da “Boate Zap”. Semanas depois, a decisão foi confirmada por unanimidade em sede de agravo regimental, pela 1ª Câmara Cível do TJRS>

A publicação jornalista referiu que a decisão de Difini teria sido de “estímulo à omissão” de servidores públicos encarregados de fiscalizar casas noturnas semelhantes à boate santa-mariense onde ocorreu a tragédia.

Narra a inicial também que, ainda no ano de 2003, em entrevista à Rádio Bandeirantes e ao jornal Zero Hora, o então secretário municipal da Indústria e Comércio, Adeli Sell, “prestou declarações ofensivas à honra pessoal e funcional do autor”. Por isto, Difini ingressou com ação de indenização por danos morais contra o Município de Porto Alegre, porque as declarações haviam sido prestadas na condição de agente político do poder municipal.

Julgada procedente a ação do desembargador contra o ente municipal transitou em julgado, sendo o Município condenado ao pagamento de R$ 60.000 (valor nominal). Expedido o precatório, até a presente data não foi pago.

Na sequência, o Município ajuizou ação de regresso contra Adeli Sell, que se encontra em fase de instrução.

Zero Hora e Rosane contestaram, alegando que “a coluna jornalística, em sua essência, apenas narra fatos verdadeiros, de relevante interesse público, não tendo a colunista a intenção de injuriar ou difamar o autor – tudo nos exatos limites do direito à informação e expressão de liberdade pessoal, inerentes à liberdade de imprensa, garantidos pela Constituição Federal”. Disseram que Difini “fundou-se em interpretação além do texto, tomando para si insinuações e ofensas não escritas”.

A juíza sentenciante Fernanda Ajnhorn escreve que “a matéria tem um impacto significativo junto à opinião pública, porque veiculada poucos dias depois do incêndio da Boate Kiss em Santa Maria. A comoção nacional fez com que se resgatassem fatos pretéritos, numa forma generalizada de se buscar culpados de uma das maiores tragédias desta natureza”. E refere, textualmente, ter sido “falaciosa parte da notícia, porque atribui ao desembargador Difini a concessão de medida liminar para a abertura de uma casa noturna, cujo alvará municipal havia sido cassado devido a uma falsificação”.

Segue a análise judicial: “o teor ofensivo repete-se em duas outras notas da mesma página”. Em uma consta um ponto de interrogação e um de exclamação com o seguinte texto: “Antes de conceder uma liminar, o juiz inspeciona o local que está liberando para saber se oferece condições de segurança aos frequentadores?”.

Refere também a magistrada sentenciante que, em seguida, a nota denominada “Aliás”, afirma que “quando um juiz autoriza, por liminar, a abertura de um estabelecimento que teve alvará negado pela Prefeitura está se responsabilizando por eventuais acidentes no local”.

E conclui que a leitura dos textos publicados pelo jornal Zero Hora no dia 31.01.2013, e de autoria da jornalista Rosane de Oliveira, ”permite a conclusão de que seu conteúdo é ofensivo à honra e à imagem do autor, e deverão eles indenizá-lo pelos danos morais consequentes”. A fixação do valor indenizatório em R$ 180 mil considerou “a capacidade financeira das partes rés e o caráter punitivo da indenização por danos morais”.

A verba sucumbencial (10% sobre o valor da condenação) remunera o trabalho da advogada (e desembargadora aposentada) Maria José Schmitt Santanna que é esposa de Difini. (Proc. nº 1.13.0104704-0).

Leia a íntegra da publicação do jornal Zero Hora

Estímulo à omissão

fonte: http://www.espacovital.com.br

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Valor semi atualizado: R$111.066.245,25

Dissemos semi atualizado por dois motivos:

1) Lá na origem estão os valores principais sem as devidas atualizações. Na hora do cálculo, ao invés de 31/12, a conta é atualizada desde o vencimento.

2) Porque os juros bancários são várias vezes maiores do que IGPM +1%. E têm multa contratual, os juros de mora, custas processuais e honorários advocatícios

Atualização de R$11.958.812,74 de 31-Dezembro-2002 e 18-Março-2015 pelo índice IGP-M – Índ. geral de preços do mercado (01-06-1989 a 31-03-2015), com juros  de 1,000% ao mês, pro-rata die.

Valor original: R$11.958.812,74
Valor atualizado: R$25.831.673,43
Valor atualizado, com juros: R$111.066.245,25

(Cento e onze milhões, sessenta e seis mil e duzentos e quarenta e cinco reais)

Sub-totais

1)R$ 127.925.077,08

2) R$113.409.819,95

3) R$111.066.245,25

Novo sub-total R$ 352.401,142,10 ( trezentos e cinquenta e dois milhões, quatrocentos e um mil , cento e quarenta e dois Reais e dez centavos)

(continua)

Grêmio, gestão 1999 a 2002, ISL, dívidas

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